“SATISFACTION” EM PRIMEIRO LUGAR. O QUE OS ROLLINGS STONES CONTINUAM NOS ENSINANDO?

"Qualquer coisa que valha a pena fazer vale a pena exagerar", proclamou Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, e esse sentimento aliado ao carisma e ao entusiasmo que o destacaram como guru de várias gerações de aficionados do rock'n'roll, pode muito bem descrever alguém que viveu ao máximo sua própria vida. Mas porque estamos falando disso? Eles morreram? Se separaram? NÃOOOO, pelo contrário, com 57 anos de carreira e praticamente um álbum para cada um deles, a banda e seus componentes não mostram sinais de desaceleração tão cedo ...


Mas o que podemos aprender com uma Banda de Rock com mais de meio século de entusiasmo? Como mandar uma equipe unida e engajada tantos anos em um mesmo ideal?

Abaixo vamos mostrar algumas lições que podemos aprender com os “Vovôs do Rock”.


1. NUNCA SUBESTIME O PODER DE UM PROPÓSITO NA SUA EQUIPE


Mais de meio século em sua parceria incrivelmente duradoura, Mick Jagger e Keith Richards são uma das duplas mais poderosas que a indústria da música já conheceu, mas eles nunca poderiam ter se reunido se não fosse por um encontro casual entre amigos de infância. "Então, lá estou eu, cuidando dos meus assuntos na estação de trem em Dartford, e surge Keith que eu não via há um tempo", explica Jagger sobre a reunião. “Nós dois estávamos carregando álbuns e, quando entramos no trem, percebemos que nossos álbuns eram álbuns de blues. Naqueles tempos, você pensava que era a única pessoa que colecionava blues porque ninguém realmente colecionava.”


Sua paixão mútua pelo blues, ritmo que se originou no sul dos Estados Unidos os levou a formar uma dupla e responder a um anúncio postado por Brian Jones no Jazz News. Ele estava procurando membros para iniciar uma banda de R&B, e em pouco tempo eles recrutaram o pianista Ian Stewart e o baixista Bill Wyman. "Eu não fiquei impressionado com eles e eles realmente não ficaram impressionados comigo", Wyman lembrou de sua audição, "mas eles ficaram muito impressionados com todo o equipamento que eu tinha".


O primeiro show dos cinco como os Rolling Stones aconteceu no Marquee Club em 1962, e foi rapidamente seguido por uma turnê no Reino Unido em 1963 e outra em 1964 nos EUA. A última levou-os ao Chess Studios de Chicago para tocar com os mesmos músicos que estampavam os álbuns que eles carregavam em Dartford. Foi uma parceria que reviveu o interesse dos jovens americanos brancos no blues, e que promoveu ainda mais a afinidade dos Stones com a “Black Music” da época.


O propósito dos garotos é o que mantém a banda unida até os dias de hoje. O ímpeto de serem os melhores, de se aperfeiçoarem a cada show e a vontade de fazer do sonho um estilo de vida mantém todos engajados e famintos pela excelência. Quando se tem um propósito claro, até as necessidades individuais são deixadas de lado, em prol de algo maior. Afinal, para eles, mais que Jagger ou Richards, há algo muito maior chamado Rolling Stones.


2. CONTRATE SEMPRE OS MELHORES E EXIJA SEMPRE MAIS


Longe de existir isolado como um conjunto musical, todos os elementos da rica história dos Rolling Stones estão profundamente enraizados na cultura popular, desde os cineastas que foram recrutados para criar documentários sobre eles (Jean-Luc Godard, Martin Scorcese, Robert Frank, etc.) aos fotógrafos e artistas que ajudaram na criação de capas e pôsteres de álbuns (David Bailey, Andy Warhol, Jeff Koons). Mick Jagger e o baterista Charlie Watts sempre participavam ativamente dos projetos, fornecendo esboços e pontos de referência para os colaboradores e equipes contratadas.


Veja o logotipo mundialmente famoso da banda, por exemplo, desenhado pelo estudante do Royal College of Art, John Pasche - ele foi inspirado, lembra o artista, por uma foto da deusa hindu Kali, associada ao empoderamento, que Jagger havia encontrado em uma loja de esquina local.

Exija sempre o melhor da sua equipe, tenha sempre os melhores ao seu lado, o engajamento do time fortalece a própria equipe. Queira ter, ou mesmo formar, os melhores em cada posição, assim os resultados irão aparecer e sua equipe se motivará com o próprio trabalho.


Mesmo sendo uma banda, os Rolling Stones sempre exigiram os melhores técnicos, cenógrafos, coreógrafos, agentes de marketing e até mesmo os melhores escritores e fotógrafos. Nada podia dar errada, a sede pela excelência sempre moveu os Stones.


3. ADOTE UMA ABORDAGEM 360º EM TODOS OS NÍVEIS


Não foi apenas na parte áudio/visual que os Rolling Stones tiveram a intenção de atravessar fronteiras: embora suas obras de arte e colaborações fotográficas fossem inovadoras, a banda reconheceu que a música e a experiência ao vivo eram absolutamente cruciais para seu sucesso.


As primeiras turnês pareciam impedir isso, já que os sistemas de som de cada local que tocavam variavam de qualidade, e a banda não tinha ideia do que cada uma ofereceria até o início do show. Determinados a regular a qualidade do som, os Stones contrataram os Riggers da Holiday On Ice, um programa de entretenimento familiar, para transportar e construir seu sistema de som em cada show - um movimento que deveria ter uma influência profunda e de longo alcance na qualidade da produção tanto para os Stones quanto para bandas emergentes. Todo mundo adorou essa ideia e adotou esse “Controle de Qualidade”.

À medida que os Stones cresciam em popularidade, suas apresentações ao vivo também cresciam em ambição. Quando a turnê das Américas, em 1975, ocorreu, Watts criou dois sets de lótus escandalosamente ambiciosos que seriam transportados de um local para outro - um estacionário e outro para estádios maiores, que se abriram para revelar a banda tocando lá dentro.


Mick Jagger se agarrou por sua vida a uma das pétalas que girava para baixo. Mais tarde, quando a turnê Steel Wheels de 1989 começou, ela voltou a crescer, com a ajuda do arquiteto e cenógrafo Mark Fishers, no que a revista Rolling Stone descreveu como um "enorme cenário industrial cinza, preto e laranja - uma estrutura imponente que , em sua montagem de tubos de vapor, redes, passarelas, escadas e andaimes, parecia uma refinaria ". A aspiração da banda quando se trata de cenografia nunca pecou.


Tenha sempre um olhar 360º para o seu negócio. Tudo é importante na visão do cliente, qualquer ponto de contato entre ele e sua marca deve ser analisado e deve ser trabalhado da melhor forma possível. Se preocupe com sua identidade física e sua identidade virtual.


Tudo deve estar impecável e você deve compreender a experiência do cliente em cada ponto, em cada contato e em cada sentimento. Precisamos moldar a percepção do cliente se queremos atingir os mais altos níveis de excelência.


Se você tem dúvida do que eu escrevi até agora, eu te convido para assistir um show do Rolling Stones!!!

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